segunda-feira, 4 de maio de 2015

Mães que choram

                                                               


Artistas, poetas e escritores de todos os tempos tentam descrever ou compreender as mães.
Que ser é este que por ser tão frágil é a mais forte.
Que ser é este que suporta dores insuportáveis?
Que ri quando queria chorar? 
Que canta, quando queria gritar? 
Que acaricia, quando queria surrar?

Um ser que passa pela vida, mais chorando do que rindo, porque chora de dor, de tristeza, de mágoa, de saudade, de pesar, de alegria e de emoção...
Chora no fracasso dos filhos e se debulha em lágrimas com seu sucesso.
Chora quando entram na escola e quando recebem seus diplomas.
Chora escondido ao vê-los sofrer, mas com um sorriso, os incentiva a seguir enfrente.
Chora quando os filhos perdem o primeiro amor e chora quando saem para viver o verdadeiro amor.
Enfim, as mães; CHORAM!

Penso, as vezes, que lágrimas de mãe são pérolas aos olhos de Deus. 
Depois, no final da jornada, Êle lhe entregará o mais lindo colar de pérolas, já visto e que foi feito por ela mesma. 
E este colar será sua eterna alegria e gratidão, por todas as lágrimas que na vida derramou.
E estará  sempre a dizer:
- "VALEU A PENA!"


João Bombeirinho

"Um filho vendo a mãe chorar,pergunta!
Por que você está chorando?

- Porque eu sou mãe , ela respondeu.
Eu não entendi , ele disse.Ela apenas o abraçou e sussurrou:-Você nunca entenderá .

Mais tarde o menino perguntou ao pai porque as mães parecem
chorar sem nenhuma aparente razão.
Todas as mães choram sem motivo, foi o que o pai conseguiu responder.

O menino cresceu, tornou-se um homem e ainda tentava entender porque mães
volta e meia estão chorando.

Após muitos anos, já em avançada idade, ele deixou o mundo.
Quando sua alma viu-se frente a frente com Deus, logo disse:
Senhor, nunca entendi porque mães choram tão facilmente

Disse Deus:

Quando eu criei as mães tinha que ser algo especial.
Eu fiz seus ombros fortes o suficiente para carregar o peso do mundo
e, ainda, suficientemente confortáveis para dar apoio.

Eu dei a elas a força para a hora do nascimento dos filhos
e para suportar a rejeição que tantas vezes vem deles.

Eu dei a elas a fibra que permite a continuação da luta
quando todos à sua volta já desistiram.

Dei-lhes a perseverança em proteger a família por entre doenças e tristezas
sem jamais desistir de amar.

Dei-lhes a sensibilidade para amar seus filhos diante de quaisquer circunstâncias,
mesmo que eles a tenham magoado profundamente.

Essa mesma sensibilidade as ajuda a silenciar o chorinho dos seus bebês,
fazendo com que se acalmem e, quando adolescentes,
que compartilhem com ela suas ansiedades e medos.

... E, finalmente,
dei-lhes a lágrima para derramarem sem nenhuma razão aparente.
É sua única fraqueza.

Por que fiz isso?
Para não diferenciá-las por completo do restante da espécie humana ."



Um lindo poema, não? Mas eu mudaria o finalzinho, porque acho que são exatamente as lágrimas que as diferenciam...

Um carinho para todas as mães deste planeta
Um beijo cheio de amor em cada coração
Vania

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Lição da abelha, sobre o DESAPEGO




Nada nem ninguém pode nos ensinar mais do que a natureza.
Um amigo me disse um dia que em qualquer situação de dúvida ou ansiedade, ou insegurança, que eu buscasse respostas e ensinamentos na natureza.
Ele dizia que ali, não existem erros.





                       LIÇÃO DA ABELHA



“As abelhas nos dão um grande exemplo de DESAPEGO.
Após construírem a colmeia, elas abandonam-na. E não a deixam morta, em ruínas, mas viva e repleta de alimento. Todo mel que fabricaram além do que necessitavam é deixado. 
Batem asas para a próxima morada sem olhar para trás.

Num ato incomum, abandonam tudo o que levaram a vida para construir.
Simplesmente, o soltam sem preocupação. 
Deixam o melhor que têm, seja pra quem for – o que é muito diferente de doar o que não tem valor ou dirigir a doação para alguém de nossa preferência.

Se queremos ser livres, parar de sofrer pelo que temos e pelo que não temos, devemos abrigar um único desejo: o de nos transformar. 
Assim, quando alguém ou algo tem de sair de nossa vida, não alimentemos a ilusão da perda.
O sofrimento vem da fixação a algo ou a alguém.
O apego embaça o que deveria estar claro: por trás de uma pretensa perda está o ensinamento de que algo melhor para nosso crescimento precisa entrar.
Se não abrirmos mão do velho, como pode haver espaço para o novo?”

http://www.contioutra.com/licao-da-abelha-sobre-o-desapego/

Um grande e afetuoso abraço
Vania

quarta-feira, 22 de abril de 2015

O plantio é livre, a colheita obrigatória











Campo fértil de oportunidades
Por Milene Costa


A vida é um campo fértil de oportunidades para plantar todos os tipos de sementes. É necessário se perguntar que tipo de terra e semente você escolheu.


Diante da análise da vida de pessoas que conseguiram fazer do seu pequeno tempo de existência terrestre um belo jardim, um charmoso bosque, um campo florido ou um pomar cheio de frutas saborosas, a maioria das pessoas se pergunta: Como ele ou ela conseguiu? Será que foi sorte? Fulano é especial, não é?


Grande parte da população não enxerga a vida como um campo fértil de oportunidades para plantar todos os tipos de sementes. Algumas pessoas não compreendem que é necessário escolher a terra e buscar sementes que produzam a qualidade desejada. 
Quando digo escolher a terra, estou me referindo metaforicamente à inclusão da nossa própria vida em nossa agenda diária. Muitas agendas estão cheias dos mais variados compromissos e simplesmente não tem espaço para qualquer compromisso pessoal que seja.


Assim nós deixamos de lado o cuidado com os nossos sentimentos e pensamentos. Terra boa mesmo para plantar é a nossa vida interior. Preocupar-se com a vida interna é cultivar, adubar, regar e observar a temperatura, ou seja, é buscar meios para saber lidar com o que sentimos e pensamos. A forma como eu alimento a minha vida interior é fundamental para o que desejo. Não são poucas as vidas que já se tornaram um deserto, árido, seco e infrutífero.


A vida humana é mais que materialidade, é mais que corpo. Escolher a terra é buscar ajuda para cuidar da saúde interior, é escolher as sementes e saber o que produz bem estar e te faz uma pessoa mais sensível. Plantar é seguir o caminho e se aprimorar nele. 
O resultado é uma belíssima vista, com frutos doces e uma consciência de paz após todo o esforço e dedicação dispendidos para alcançar aquele resultado. Não é sorte, não é destino e nem se trata de um ser especial... pelo contrário, é coragem de passar pela vida com sentido e significado.




 










Um grande e afetuoso abraço

E boas escolhas!

Vania























quarta-feira, 15 de abril de 2015

Fácil ou difícil?






Existem textos que a gente lê e não pode deixar de registrar aqui.
Gosto de compartilhar tudo que me toca, me cutuca, me balança ou me faz pensar...
Aproveitem


                            



Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata!

Fácil é ditar regras.
Difícil é segui-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas ao invés de ter a noção da vida dos outros.

Fácil é perguntar o que se deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta.

Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na agenda telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.

Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto. Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer “oi” ou “como vai?”.
Difícil é dizer “adeus”, principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas.

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém. Dizer o que se deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando preciso e com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer, ou ter coragem para fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende. E é assim que perdemos pessoas especiais.

Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só. Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar é se entregar e aprender a dar valor a quem te ama.

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.

Carlos Drumond de Andrade

Um grande e afetuoso abraço
Vania

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Sempre observe os sinais




Recebi este texto que muito me tocou. 
São os sinais que as vezes não damos importância.
Tenho certeza que a maioria de nós já viveu um momento como este.
Eu vivi e sei o quanto mexe com nossos sentimentos, pensamentos e crenças.
É por isto que compartilho com vocês


                        


O Fundo da Piscina

Um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e de molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho.

 Alguém intrigado com aquele comportamento, lhe perguntou qual a razão daquele hábito. 
O nadador sorriu respondeu:

 Há alguns anos eu era um professor de natação. Eu os ensinava a nadar e a saltar do trampolim. 

Certa noite, eu não conseguia dormir, e fui até a piscina para nadar um pouco. 
Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube.
Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente. 
Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz. 

Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem.
Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado.
Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus tinha morrido na cruz para nos salvar pelo seu precioso sangue. 
Naquele momento as palavras daquele ensinamento me vieram a mente e me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus. 
Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos.

Finalmente desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina. 
Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido. 
Tremi todo, e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado seria meu último salto. 

Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina, confessei os meus pecados e me entreguei a Ele, consciente de que foi exatamente em uma cruz que Jesus morreu para me salvar.

 Naquela noite fui salvo duas vezes e, para nunca mais me esquecer, sempre que vou até piscina molho o dedão do pé antes.

 Deus tem um plano na vida de cada um de nós e não adianta querermos apressar, ou retardar as coisas, pois, tudo acontecerá no seu devido tempo e esse tempo é o tempo Dele e não o nosso... 

Repasse, alguém pode estar precisando ler este texto hoje!!!! Um grande abraço !!!! Que DEUS continue abençoando a todos!

Um grande e afetuoso abraço
Vania🙌


segunda-feira, 6 de abril de 2015

Historias que ensinam



                       

             


O melhor para o outro

Um casal muito pobre tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata. 
A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo.

Ela pensou: "Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por vinte e cinco anos, sempre lhe dei o miolo. 
Mas hoje quis satisfazer meu desejo. 
Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida".

Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:
- Muito obrigado por este presente, meu amor. 
Durante vinte e cinco anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!

Moral da história:
Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe.
Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você.

Esta historinha me fez lembrar da minha mãe, ela pensava, imaginava que alguém devia fazer uma determinada coisa e a pessoa não fazia, então ela simplesmente emburrava... E era uma guerra para descobrir porque a cara amarrada.

                       

Na verdade nós todos cometemos este erro, querer que o outro adivinhe meus medos, meus anseios, minhas vontades, sem que eu demonstre ou diga alguma coisa.

Porque não sermos claros? Dizermos o que queremos, do que gostamos, o que esperamos, o que sonhamos...

Muitos casais passam a vida como este da historinha. Nunca dizem a verdade de seus sentimentos e pensamentos  um ao outro. Quem sai perdendo são eles mesmos.

Sejamos mais transparentes, mais verdadeiros, mais explícitos em nossas esperanças,  desejos e sonhos. Quem sabe a vida fica mais fácil? 
Tenho certeza que sim.

Um grande e amoroso abraço
Vania
   

quarta-feira, 1 de abril de 2015

É só um abraço!




                                    



LEIA... MUITO LINDA A HISTÓRIA


Minha amiga trabalha em um brechó de um hospital, como voluntária.
Certo dia adentrou na loja uma certa "senhora bastante obesa", e de cara a minha amiga pensou que não tinha nada na loja na numeração dela.

Se sentiu apreensiva e constrangida naquela situação, vendo a senhora percorrer as araras em busca de algo que minha amiga sabia que ela não encontraria.

Ficou angustiada, porque não queria que a senhora se sentisse mal pelo tamanho das peças de roupas, se sentindo excluída e fazendo a questão sobre o seu sobrepeso vir à tona de forma implícita.

Naquele momento minha amiga orou a Deus e pediu que lhe desse sabedoria para conduzir a situação evitando que a cliente se sentisse excluída ou humilhada na sua autoestima.

Foi quando o esperado aconteceu. A senhora se dirigiu à minha amiga e disse tristinha:
"É... não tem nada grande, não é?

E a minha amiga, sem até aquele momento saber o que diria, simplesmente abriu os braços de uma ponta a outra e lhe respondeu:

-"Quem disse??? Claro que tem!! Olha só o tamanho desse abraço! - E a abraçou com muito carinho.
A senhora então se entregou àquele abraço acolhedor e deixou-se tomar pelas lágrimas exclamando:
-"Há quanto tempo que ninguém me dava um abraço."
E chorando, tal qual uma criança a procura de um colo, lhe disse:-"Não encontrei o que vim buscar, mas encontrei muito mais do que procurava".

E naquele momento, através dos braços calorosos de minha amiga, Deus afagou a alma daquela criatura, tão carente de amor e de carinho.

Quantas almas não se encontram também tão necessitadas de um simples abraço, de uma palavra de carinho, de um gesto de amor.

Será que dentro de nós, se procurarmos no nosso baú, lá nas prateleiras da nossa alma, no estoque do nosso coração, também não acharemos algo "grande" que sirva para alguém.

Tirado de - Amor & Sedução Mensagens 
                             
Um grande abraço, tamanho GG pra você!
Vania