quarta-feira, 24 de junho de 2015

Precisamos manter as amizades

CAFÉ COM AS AMIGAS


No final de uma palestra sobre saúde na Universidade de Stanford o palestrante apontou, entre outras coisas, que os estudos mostram que uma das melhores coisas que um homem pode fazer por sua saúde é se casar: o casamento aumenta a longevidade e o bem-estar pessoal do homem.

Questionado sobre a saúde da mulher, o palestrante apontou um dado surpreendente: ao invés do casamento a mulher precisa cultivar seus relacionamentos com as amigas!

Essa declaração provocou risos na platéia, mas o professor fundamentou o fato muito à sério.

Os estudos realizados mostram que as mulheres se conectam de maneira diferente dos homens e fornecem outros sistemas de apoio que as ajudam a lidar com experiências estressantes e difíceis em suas vidas.

"Tempo com Amigas" é muito significativo no nível fisiológico: ajuda a produzir mais serotonina (neurotransmissor) que auxilia no combate à depressão e cria um sentimento geral de bem-estar. As mulheres tendem a compartilhar seus sentimentos, enquanto os homens geralmente se conectam em torno de tarefas. Eles raramente se sentam com um amigo falando sobre como se sentem sobre algo, ou como está sua vida pessoal. Falam de trabalho, esportes, carros, mulheres, etc. mas dos seus sentimentos, raramente...

As mulheres fazem isso o tempo todo. Elas compartilham sentimentos e emoções das profundezas de suas almas com suas amigas, e parece que isso realmente contribui para a sua própria saúde.

O conferencista acrescentou, ressaltando que o "tempo gasto" com amigas é tão importante para a saúde das mulheres como correr ou fazer ginástica.

De fato, há uma tendência (errônea) de pensar que quando nos envolvemos com alguma atividade física estamos fazendo algo de bom para o nosso corpo, enquanto que quando conversamos com as nossas amigas, "desperdiçamos" o tempo em vez de fazer algo mais produtivo.

O orador salientou que não manter relacionamentos de qualidade com outras pessoas prejudica a nossa saúde física tanto quanto o fumo!

Portanto, cada vez que nós (as mulheres, é claro) sentamos para conversar com uma amiga estamos fazendo algo muito benéfico para a nossa saúde.

Então... "Tim-Tim" ao café, chá, suco, etc. com as amigas!.


Um forte abraço a estas  amigas que estão sempre aqui, na blogsfera trocando ideias, conhecimentos e sentimentos.
Vania

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Escrever...


Encontrei este texto antes das minhas férias e guardei para homenagear a todas (os) as amigas (os) blogueiras. 
Fantástico! 
Fui lendo e me lembrando de cada uma de vocês, formamos mesmo um bom grupo, ou melhor bons ingredientes para um belo banquete à luz da lua ou do sol, como queiram.
Divirtam-se 


                


Autor: Guaraci Neves

"Pergunta: Alguém sabe me explicar, num português claro e direto,sem figuras de linguagem, o que quer dizer a expressão“no frigir dos ovos”?

Resposta:Quando comecei, pensava que escrever sobre comida seria sopa no mel, mamão com açúcar. 
Só que depois de um certo tempo dá crepe, você percebe que comeu gato por lebre e acaba ficando com uma batata quente nas mãos.

Como rapadura é doce mas não é mole, nem sempre você tem idéias e pra descascar esse abacaxi só metendo a mão na massa.
E não adianta chorar as pitangas ou, simplesmente, mandar tudo às favas.

Já que é pelo estômago que se conquista o leitor, o negócio é ir comendo o mingau pelas beiradas, cozinhando em banho-maria, porque é de grão em grão que a galinha enche o papo.

Contudo é preciso tomar cuidado para não azedar, passar do ponto, encher linguiça demais. 
Além disso, deve-se ter consciência de que é necessário comer o pão que o diabo amassou para vender o seu peixe. Afinal não se faz uma boa omelete sem antes quebrar os ovos.

Há quem pense que escrever é como tirar doce da boca de criança e vai com muita sede ao pote.
Mas como o apressado come cru, essa gente acaba falando muita abobrinha, são escritores de meia tigela, trocam alhos por bugalhos e confundem Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão. 

Há também aqueles que são arroz de festa, com a faca e o queijo nas mãos, eles se perdem em devaneios (piram na batatinha, viajam na maionese… etc.). Achando que beleza não põe mesa, pisam no tomate, enfiam o pé na jaca, e no fim quem paga o pato é o leitor que sai com cara de quem comeu e não gostou.

O importante é não cuspir no prato em que se come, pois quem lê não é tudo farinha do mesmo saco. Diversificar é a melhor receita para engrossar o caldo e oferecer um texto de se comer com os olhos, literalmente.

Por outro lado se você tiver os olhos maiores que a barriga o negócio desanda e vira um verdadeiro angu de caroço. Aí, não adianta chorar sobre o leite derramado porque ninguém vai colocar uma azeitona na sua empadinha, não. O pepino é só seu, e o máximo que você vai ganhar é uma banana, afinal pimenta nos olhos dos outros é refresco…

A carne é fraca, eu sei. Às vezes dá vontade de largar tudo e ir plantar batatas. Mas quem não arrisca não petisca, e depois quando se junta a fome com a vontade de comer as coisas mudam da água pro vinho.

Se embananar, de vez em quando, é normal, o importante é não desistir mesmo quando o caldo entornar. 
Puxe a brasa pra sua sardinha, que no frigir dos ovos a conversa chega na cozinha e fica de se comer rezando. Daí, com água na boca, é só saborear, porque o que não mata engorda..Entendeu agora o que significa “no frigir dos ovos”?"

Concordam comigo?
Estou voltando de mansinho...
Um carinhoso abraço a todos
Vania

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Participando com o maior carinho



                          

Blogagem coletiva - amigos virtuais


Quando resolvi fazer um blog, não tinha conhecimento nenhum. Queria um lugar "ao sol". um cantinho só meu onde eu pudesse dizer o que me desse vontade.

Mas rapidamente descobri onde tinha me metido, rsss...
Fui ganhando amigos todos os dias, carinho, força, elogios, críticas, abraços, beijos, convites, etc...
Fui me apaixonando e ficando.
E logo descobri a responsabilidade que arrumei para mim mesma. Cada texto tem que ser revisto e pensado, pois sei que será lido por várias pessoas diferentes, culturalmente, religiosamente e intelectualmente também.

Hoje o blog é um companheiro que significa na verdade uma sala de encontro com muitos amigos e sinto uma alegria muito grande em estar por aqui.

Tem fases que fica mais difícil, tem fases mais fáceis.
Mas é muito bom saber que vocês todos estão sempre aqui nesta sala tão gostosa, prontos todos para uma boa conversa.

Por isso digo as amigas que por vezes desanimam, que é normal, mas deixem uma noite passar e estarão de volta.  Ainda bem!

Um grande beijo cheio de gratidão a todos os amigos deste mundo virtual mais real que já vi.

Vania

Carroça vazia

LEIAM E MEDITEM, VALE A PENA:
"Certa manha, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer.
Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silencio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você esta ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia .
Perguntei ao meu pai:
- Como pode saber que a carroça esta vazia, se ainda não a vimos?
Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia; por causa do barulho.
Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.


Tornei-me adulto, e ate hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grosseria inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e, querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo: 'Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz…'"


Alguma dúvida?
Acho que não. É assim mesmo...
Os mais sábios e sensatos, são os mais silenciosos, como os mais velhos... Quanto mais tempo de vida, de conhecimentos adquiridos, mais silencioso nos tornamos.
Quanto mais temos internamente, menos necessidade temos de mostrar aos outros nosso conhecimento ou poder.

Um grande e afetuoso abraço
Saio agora para uma boa viagem e logo que voltar estarei aqui novamente.


                      
  
















Beijos em seus corações
Vania

              


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Mães que choram

                                                               


Artistas, poetas e escritores de todos os tempos tentam descrever ou compreender as mães.
Que ser é este que por ser tão frágil é a mais forte.
Que ser é este que suporta dores insuportáveis?
Que ri quando queria chorar? 
Que canta, quando queria gritar? 
Que acaricia, quando queria surrar?

Um ser que passa pela vida, mais chorando do que rindo, porque chora de dor, de tristeza, de mágoa, de saudade, de pesar, de alegria e de emoção...
Chora no fracasso dos filhos e se debulha em lágrimas com seu sucesso.
Chora quando entram na escola e quando recebem seus diplomas.
Chora escondido ao vê-los sofrer, mas com um sorriso, os incentiva a seguir enfrente.
Chora quando os filhos perdem o primeiro amor e chora quando saem para viver o verdadeiro amor.
Enfim, as mães; CHORAM!

Penso, as vezes, que lágrimas de mãe são pérolas aos olhos de Deus. 
Depois, no final da jornada, Êle lhe entregará o mais lindo colar de pérolas, já visto e que foi feito por ela mesma. 
E este colar será sua eterna alegria e gratidão, por todas as lágrimas que na vida derramou.
E estará  sempre a dizer:
- "VALEU A PENA!"


João Bombeirinho

"Um filho vendo a mãe chorar,pergunta!
Por que você está chorando?

- Porque eu sou mãe , ela respondeu.
Eu não entendi , ele disse.Ela apenas o abraçou e sussurrou:-Você nunca entenderá .

Mais tarde o menino perguntou ao pai porque as mães parecem
chorar sem nenhuma aparente razão.
Todas as mães choram sem motivo, foi o que o pai conseguiu responder.

O menino cresceu, tornou-se um homem e ainda tentava entender porque mães
volta e meia estão chorando.

Após muitos anos, já em avançada idade, ele deixou o mundo.
Quando sua alma viu-se frente a frente com Deus, logo disse:
Senhor, nunca entendi porque mães choram tão facilmente

Disse Deus:

Quando eu criei as mães tinha que ser algo especial.
Eu fiz seus ombros fortes o suficiente para carregar o peso do mundo
e, ainda, suficientemente confortáveis para dar apoio.

Eu dei a elas a força para a hora do nascimento dos filhos
e para suportar a rejeição que tantas vezes vem deles.

Eu dei a elas a fibra que permite a continuação da luta
quando todos à sua volta já desistiram.

Dei-lhes a perseverança em proteger a família por entre doenças e tristezas
sem jamais desistir de amar.

Dei-lhes a sensibilidade para amar seus filhos diante de quaisquer circunstâncias,
mesmo que eles a tenham magoado profundamente.

Essa mesma sensibilidade as ajuda a silenciar o chorinho dos seus bebês,
fazendo com que se acalmem e, quando adolescentes,
que compartilhem com ela suas ansiedades e medos.

... E, finalmente,
dei-lhes a lágrima para derramarem sem nenhuma razão aparente.
É sua única fraqueza.

Por que fiz isso?
Para não diferenciá-las por completo do restante da espécie humana ."



Um lindo poema, não? Mas eu mudaria o finalzinho, porque acho que são exatamente as lágrimas que as diferenciam...

Um carinho para todas as mães deste planeta
Um beijo cheio de amor em cada coração
Vania

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Lição da abelha, sobre o DESAPEGO




Nada nem ninguém pode nos ensinar mais do que a natureza.
Um amigo me disse um dia que em qualquer situação de dúvida ou ansiedade, ou insegurança, que eu buscasse respostas e ensinamentos na natureza.
Ele dizia que ali, não existem erros.





                       LIÇÃO DA ABELHA



“As abelhas nos dão um grande exemplo de DESAPEGO.
Após construírem a colmeia, elas abandonam-na. E não a deixam morta, em ruínas, mas viva e repleta de alimento. Todo mel que fabricaram além do que necessitavam é deixado. 
Batem asas para a próxima morada sem olhar para trás.

Num ato incomum, abandonam tudo o que levaram a vida para construir.
Simplesmente, o soltam sem preocupação. 
Deixam o melhor que têm, seja pra quem for – o que é muito diferente de doar o que não tem valor ou dirigir a doação para alguém de nossa preferência.

Se queremos ser livres, parar de sofrer pelo que temos e pelo que não temos, devemos abrigar um único desejo: o de nos transformar. 
Assim, quando alguém ou algo tem de sair de nossa vida, não alimentemos a ilusão da perda.
O sofrimento vem da fixação a algo ou a alguém.
O apego embaça o que deveria estar claro: por trás de uma pretensa perda está o ensinamento de que algo melhor para nosso crescimento precisa entrar.
Se não abrirmos mão do velho, como pode haver espaço para o novo?”

http://www.contioutra.com/licao-da-abelha-sobre-o-desapego/

Um grande e afetuoso abraço
Vania

quarta-feira, 22 de abril de 2015

O plantio é livre, a colheita obrigatória











Campo fértil de oportunidades
Por Milene Costa


A vida é um campo fértil de oportunidades para plantar todos os tipos de sementes. É necessário se perguntar que tipo de terra e semente você escolheu.


Diante da análise da vida de pessoas que conseguiram fazer do seu pequeno tempo de existência terrestre um belo jardim, um charmoso bosque, um campo florido ou um pomar cheio de frutas saborosas, a maioria das pessoas se pergunta: Como ele ou ela conseguiu? Será que foi sorte? Fulano é especial, não é?


Grande parte da população não enxerga a vida como um campo fértil de oportunidades para plantar todos os tipos de sementes. Algumas pessoas não compreendem que é necessário escolher a terra e buscar sementes que produzam a qualidade desejada. 
Quando digo escolher a terra, estou me referindo metaforicamente à inclusão da nossa própria vida em nossa agenda diária. Muitas agendas estão cheias dos mais variados compromissos e simplesmente não tem espaço para qualquer compromisso pessoal que seja.


Assim nós deixamos de lado o cuidado com os nossos sentimentos e pensamentos. Terra boa mesmo para plantar é a nossa vida interior. Preocupar-se com a vida interna é cultivar, adubar, regar e observar a temperatura, ou seja, é buscar meios para saber lidar com o que sentimos e pensamos. A forma como eu alimento a minha vida interior é fundamental para o que desejo. Não são poucas as vidas que já se tornaram um deserto, árido, seco e infrutífero.


A vida humana é mais que materialidade, é mais que corpo. Escolher a terra é buscar ajuda para cuidar da saúde interior, é escolher as sementes e saber o que produz bem estar e te faz uma pessoa mais sensível. Plantar é seguir o caminho e se aprimorar nele. 
O resultado é uma belíssima vista, com frutos doces e uma consciência de paz após todo o esforço e dedicação dispendidos para alcançar aquele resultado. Não é sorte, não é destino e nem se trata de um ser especial... pelo contrário, é coragem de passar pela vida com sentido e significado.




 










Um grande e afetuoso abraço

E boas escolhas!

Vania