terça-feira, 16 de abril de 2013

sessenta/setenta





Este texto me foi enviado e não resisti em compartilhar esta leitura com vocês.
Afinal quem não chegou aos sessenta/setenta, está a caminho e este texto nos tranquiliza e alegra.
Muito bom!

                                  


SEXALESCENTES

Se estivermos atentos, podemos notar que está surgindo uma nova faixa social, a das pessoas que estão em torno dos sessenta/setenta anos de idade,os sexalescentes;
-É a geração que rejeita a palavra "sexagenário", porque simplesmente não está nos seus planos deixar-se envelhecer.

Trata-se de uma verdadeira novidade demográfica - parecida com a que, em meados do século XX, se deu com a consciência da idade da adolescência, que deu identidade a uma massa de jovens oprimidos em corpos desenvolvidos, que até então não sabiam onde meter-se nem como vestir-se.

Este novo grupo humano, que hoje ronda os sessenta/setenta, teve uma vida razoavelmente satisfatória.São homens e mulheres independentes, que trabalham há muitos anos e que conseguiram mudar o significado tétrico que tantos autores deram, durante décadas, ao conceito de trabalho. 


Que procuraram e encontraram há muito a atividade de que mais gostavam e que com ela ganharam a vida.Talvez seja por isso que se sentem realizados... Alguns nem sonham em aposentar-se. E os que já se aposentaram gozam plenamente cada dia sem medo do ócio ou solidão. 

Desfrutam a situação, porque depois de anos de trabalho, criação dos filhos, preocupações, fracassos e sucessos, sabe bem olhar para o mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um pássaro da janela de um 5.º andar....



Neste universo de pessoas saudáveis, curiosas e ativas, a mulher tem um papel destacado. 
Traz décadas de experiência de fazer a sua vontade, quando as suas mães só podiam obedecer, e de ocupar lugares na sociedade que as suas mães nem tinham sonhado ocupar.

Esta mulher sexalescente sobreviveu à bebedeira de poder que lhe deu o feminismo dos anos 60. Naqueles momentos da sua juventude em que eram tantas as mudanças, parou e refletiu sobre o que na realidade queria. Algumas optaram por viver sozinhas, outras fizeram carreiras que sempre tinham sido exclusivamente para homens, outras escolheram ter filhos, outras não, foram jornalistas, atletas, juízas, médicas, diplomatas...



Mas cada uma fez o que quis : reconheçamos que não foi fácil, e no entanto continuam a fazê-lo todos os dias.Algumas coisas podem dar-se por adquiridas.Por exemplo, não são pessoas que estejam paradas no tempo: a geração dos "sessenta/setenta", homens e mulheres, lida com o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos que estão longe e até se esquecem do velho telefone para contatar os amigos - mandam e-mails com as suas notícias, ideias e vivências.



De uma maneira geral estão satisfeitos com o seu estado civil e quando não estão, não se conformam e procuram mudá-lo. Raramente se desfazem em prantos sentimentais. (viva a pílula azul!!)Ao contrário dos jovens, os sexalescentes conhecem e pesam todos os riscos.
Ninguém se põe a chorar quando perde: apenas reflete, toma nota, e parte
para outra...... Os homens não invejam a aparência das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um terno Armani, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de um modelo. Em vez disso, conhecem a importância de um olhar cúmplice, de uma frase inteligente ou de um sorriso iluminado pela experiência. 


Hoje, as pessoas na década dos sessenta/setenta, como tem sido seu costume ao longo da sua vida, estão estreando uma idade que não tem nome. Antes seriam velhos e agora já não o são.
 Hoje estão de boa saúde, física e mental, recordam a juventude mas sem nostalgias parvas, porque a juventude ela própria também está cheia de nostalgias e de problemas.

Celebram o sol em cada manhã e sorriem para si próprios...Talvez por alguma secreta razão que só sabem e saberão os que chegam aos 60/70 no século XXI!

Mirian Goldenberg


( Uma colaboração de Isabella Marchese de Meneses )
Um grande abraço
Vania

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Vivendo num mundo virtual


Hoje meu assunto é um pouco diferente, quero falar de modernidade, conforto, beleza e elegância.


Até ha algum tempo atrás (antigamente), a gente enfrentava o trânsito, ia ao shopping ou a algum centro comercial, onde pudéssemos encontrar lojas de roupas femininas, no meio de várias outras lojas de todos tipos.


Andávamos muito, entravamos em varias lojas,  procurando uma roupa bonita, com uma boa modelagem, com  tecido de qualidade, que tivesse garantia de troca e ainda por cima com bom  preço, e no final, experimentávamos varias roupas deselegantes, mal feitas, sem um bom caimento e caras.


Cansadas voltávamos para casa decepcionadas e muitas vezes sem ter conseguido comprar nada... Bom, sem comprar nada é meio difícil, porque a gente sempre encontra alguma coisinha, rsss....

Mas hoje tudo mudou, estamos na era da virtualidade e tudo isso pode ser resolvido num simples toque na tecla de seu computador.

Hoje elegância, bom gosto e conforto estão ao alcance de nossas mãos com muita simplicidade.


Quero apresentar a vocês uma loja virtual que eu conheço e gosto muitíssimo:
A "Lovely Rita" é uma loja virtual de muito bom gosto, com um atendimento especial, que oferece além da comodidade de não ter que sair de casa, roupas de qualidade, bom caimento, beleza, ótima modelagem, garante a troca e ainda tem um bom preço.

Detalhe: aceita cartão e ainda divide...


É muito simples: você entra no site, passeia pela loja, vê todo o estoque e escolhe as peças que mais lhe agradaram.


Você escolhe o modelo que gostou, verifica as medidas da peça além da numeração, vê como a roupa fica no corpo da modelo, onde pode ver o caimento da peça, certifica-se do tecido, da cor ou estampa...

As fotos são muito bem elaboradas e você consegue ver todos os detalhes das peças.

Alem de tudo isso, a "lovely Rita" usa de uma linguagem carinhosa e intimista que nos envolve e nos deixa mais a vontade, se sentindo em casa mesmo.
Ai você pode comprar sem medo de ser feliz, porque a loja entrega na sua casa bem rapidinho, bem embalada e ainda te manda um mimo...

Gostou? Então vai lá.

 

Coloquei aqui alguns modelos, para que vocês tenham uma ideia do conceito "Lovely" de ser.
Se quiserem ver mais, é só clicar no site: http://lovelyrita.com.br/

Mas não deixem de dar uma espiadinha também no blog, http://lovelyrita.com.br/blog/, que tem muitas dicas legais sobre o que esta acontecendo no mundo da moda,  um pouco de cultura e muitas outras coisas bem interessantes, além das novidades que chegam na loja.




Um grande abraço e boas compras...
Vania
                                       


                               



terça-feira, 9 de abril de 2013

Você sabe olhar?

Você sabe olhar?
Você sabe ver?

Olhar e ver não é a mesma coisa...

Um dia eu caminhava com a minha tia de 83 anos, pelas alamedas de um condomínio de sítios. Um lugar muito bonito, sítios muito bem cuidados...
Flores, árvores e pássaros de variadas qualidades e beleza.



Passando em frente a um sítio que tinha na frente uma cerca viva muito fechada e linda, toda florida,  minha tia comentou:
_ Olha Vaninha, eles tem flores iguais as suas!
No que eu me surpreendi e falei:
_ Não tia, eu não tenho destas flores, olhando para aquela linda cerca viva.
E ela me falou com aquele seu jeitinho tão peculiar:
_ Olha lá, tem sim são iguaizinhas e até da mesma cor...
Eu já meio sem entender disse:
_ Onde a senhora esta olhando que eu não vejo flores iguais as que eu tenho?


E ela do alto de seus 83 anos me disse:
_ Lá dentro, perto da varanda, você  tem que olhar pelas  gretas...
E então, mudando o meu olhar e tentando ver através da folhagem da cerca viva e bem além daquelas flores tão próximas, eu vi as flores das quais ela me falava.

_ Ah! Tia, aquelas lá dentro do sítio? Agora estou vendo.
_ É menina, você tem que aprender a olhar pelas gretinhas, só assim a gente vê tudo, as coisas mais bonitas e as mais importantes...


Entendi e aprendi que temos que olhar com olhos de ver, de enxergar além, de observar por trás do que está muito aparente, muito próximo.

A gente tem que aprender que a beleza sempre está presente, depende só do jeito de olhar.
Tudo, em qualquer situação, procure uma gretinha e veja o que há por trás daquilo que você esta vendo.
Quando as coisas parecem muito escuras, olhe pela gretinha e vai ver uma luz lá no fundo...


Apendi neste dia a olhar pelas gretinhas e nunca mais esqueci. mesmo quando você vê um olhar carrancudo, um sorriso amarelo, uma lágrima caindo, por trás, se olhar pela gretinha, vai ver um ser humano maravilhoso.
Procure, busque, lembre-se que até atrás das nuvens escuras e pesadas, existe um céu azul e um sol brilhando.


Um grande abraço
Vania

terça-feira, 2 de abril de 2013

Aprendendo sempre








Amigas, recortei  do facebook e colei aqui:

Porque gostei muito.
Porque é verdade.
Porque precisamos aprender estas coisas.
Porque precisamos ser melhores.
Porque temos que ser mais felizes.
Porque precisamos saber disso:







Um amigo muito especial e muito sábio, um dia me disse:
" Quando a tempestade começar, procure um abrigo, se acalme, confie e espere, porque ela vai passar".

Sabemos de muitas coisas, só nos esquecemos de por em prática na hora certa...

Um grande abraço
Vania

terça-feira, 26 de março de 2013

Feliz Pascoa

Tempo de Páscoa
Tempo de reflexão






Achei este vídeo muito especial além de lindo...
Na ingenuidade e simplicidade das crianças, encontramos muitas vezes a solução para o que achamo difícil e complexo...
Este vídeo nos dá uma aula, nos ensina  o que não conseguimos aprender em 2000 mil anos.

Acredito que, se as crianças conseguem demonstrar com tanta naturalidade, e explicar de uma maneira tão simples, talvez se os adultos assistirem, terão também a capacidade de entender e vivenciar coisas tão simples e tão importantes para a bem de toda a humanidade.

Se concordarem comigo, compartilhem com os amigos e familiares, quem sabe possamos assim, começar a mudar alguma coisa, nem que seja em nós mesmos.

É o meu carinho para todos vocês com os votos de uma Feliz Pascoa.

Um grande abraço
Vânia

sexta-feira, 22 de março de 2013

Falando da minha história

Compartilhando um pouquinho de mim.



No começo éramos eu e o meu marido, Roberto...
Depois chegou o Filipe e já mudou toda a rotina da casa...
Mas nos encheu de alegria e orgulho, aquele menininho inteligente, observador, perguntador e muito alegre...



Quando já estávamos acostumados a ser três, chegou a Juliana...
Muito delicada, clarinha, quase cor de rosa... 
Um chorinho manso como quem não quer incomodar ou interromper nada...
Era um raiozinho de sol em nossas vidas...
E passamos a ser quatro.


Cresceram os dois preenchendo e completando nossas vidas. Éramos os quatro muito unidos.
Não foram adolescentes rebeldes, estudaram sem percalços, escolheram suas profissões e seus destinos.



A Jú foi mais livre, fez intercâmbio nos EUA, e enquanto isso, ficamos em três
Logo depois o Roberto foi para Brasília, por causa do trabalho e ficamos em dois, eu e o Filipe.

Então a Jú, voltou para fazer  faculdade de arquitetura e fomos três mais um pouco, depois,  morou por um tempo  no Rio Grande do Norte.
Éramos dois  novamente. O Filipe estudava engenharia e  começava a namorar a Isabella...

Quando a Jú voltou,  fomos mais uma vez três, enquanto nos preparávamos para o casamento do Filipe com a Bella.
E aí o Roberto aposentou e voltou para casa e fomos outra vez quatro.
Mas aí o Filipe foi transferido para uma cidade do interior e ficamos em três outra vez.
Quando ele voltou, voltamos a ser quatro e logo depois a Jú resolveu fazer mestrado em Barcelona... Ficamos em três... 
E então chegou o dia do casamento, e  ficamos só nós dois...
A família aumentou com a Isabella, um amor de norinha, agora eramos cinco, mas em casa ficamos só eu e Roberto. 



Mais um tempo e a Jú voltou da Espanha e em casa, éramos novamente três.
Por pouco tempo, mais um ano e ela foi morar com o namorado...
E recebemos o  Mika com muita alegria, um genro muito especial...
A família agora se compõe de seis integrantes, e quando juntam todos é uma delícia...



Foram tantas mudanças, tantas danças de vai e vem e a vida seguindo seu curso...No final, tudo volta ao começo, em casa, só nos dois novamente, exatamente como tudo começou.
Seis é só eventualmente, o que é bom, porque temos o que contar e cada um está fazendo a sua história...

Agora, a família vai aumentar novamente, vem chegando um netinho, Isabella e Filipe estão grávidos e em breve seremos sete...
É a vida acontecendo, seguindo seus tramites, seu curso, mostrando a renovação constante, a sequência natural de tudo.


Estamos muito felizes de sermos avós e meu pai que vai ser bisavô esta encantado e emocionado.
É muito linda esta sequência existencial...

E a gente fica olhando para trás e revivendo tudo, do começo até agora.
Quantas coisas aconteceram, quantas idas e vindas, por quantos caminhos andamos, quantas lições tivemos que aprender para chegarmos até aqui...


Primeiro fui filha, depois esposa, mãe, sogra e agora serei avó...
Acho incrível tudo isso, é sinal de que vivi, participei, fiz a minha parte,cresci e multipliquei...
Quantas lágrimas, quantos sorrisos, quantos medos, quantos sustos...


"Se chorei ou se sorri... O importante é que emoções eu vivi..."

Mas, mais uma vez eu posso dizer: "VALEU A PENA!"

E que o Rafael seja muito bem vindo para nos tornar sete, com muita alegria!



Agradecemos a Deus pela linda família e pedimos que continue nos abençoando.
Amém!

E não é que eu consegui fazer um sapatinho (tênis) de crochê para ele!?

Um grande abraço
Vania


terça-feira, 19 de março de 2013

Uma estória que ensina




Tem algumas estórias que lemos ou ouvimos, que nos calam fundo ao coração.
Eu sempre gostei de colecionar essas estórias e quando é preciso, lanço mão delas para esclarecer ou ajudar alguém a ver as coisas de uma forma diferente.
hoje me deu vontade de contar uma estória para vocês, espero que seja de bom proveito e toque seus corações.




                                                              Um punhado de sal





"O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.
- Ruim. - disse o jovem sem pensar duas vezes.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse junto com ele ao lago.



 Os dois caminharam em silêncio, e quando chegaram lá o mestre mandou que o jovem jogasse o sal no lago.


O jovem então fez como o mestre disse.
Logo após o velho disse:
- Beba um pouco dessa água.
O jovem assim o fez e enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! - o jovem disse sem pestanejar.
- Você sente o gosto do sal? - perguntou o Mestre.
- Não. - disse o jovem.



O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.
 Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta.
 É dar mais valor ao que você tem em detrimento ao que ao que você perdeu. 
Em outras palavras: É deixar de ser copo, para tornar-se um Lago."



E assim minhas amigas, transformamos tempestades em copo d'água, em tranquilos e serenos lagos...

Muita paz para todos
Com carinho,
Vania