terça-feira, 2 de abril de 2013
Aprendendo sempre
Amigas, recortei do facebook e colei aqui:
Porque gostei muito.
Porque é verdade.
Porque precisamos aprender estas coisas.
Porque precisamos ser melhores.
Porque temos que ser mais felizes.
Porque precisamos saber disso:
Um amigo muito especial e muito sábio, um dia me disse:
" Quando a tempestade começar, procure um abrigo, se acalme, confie e espere, porque ela vai passar".
Sabemos de muitas coisas, só nos esquecemos de por em prática na hora certa...
Um grande abraço
Vania
terça-feira, 26 de março de 2013
Feliz Pascoa
Tempo de Páscoa
Tempo de reflexão
Na ingenuidade e simplicidade das crianças, encontramos muitas vezes a solução para o que achamo difícil e complexo...
Este vídeo nos dá uma aula, nos ensina o que não conseguimos aprender em 2000 mil anos.
Acredito que, se as crianças conseguem demonstrar com tanta naturalidade, e explicar de uma maneira tão simples, talvez se os adultos assistirem, terão também a capacidade de entender e vivenciar coisas tão simples e tão importantes para a bem de toda a humanidade.
Se concordarem comigo, compartilhem com os amigos e familiares, quem sabe possamos assim, começar a mudar alguma coisa, nem que seja em nós mesmos.
É o meu carinho para todos vocês com os votos de uma Feliz Pascoa.
Um grande abraço
Vânia
sexta-feira, 22 de março de 2013
Falando da minha história
Compartilhando um pouquinho de mim.
No começo éramos eu e o meu marido, Roberto...
Depois chegou o Filipe e já mudou toda a rotina da casa...
Mas nos encheu de alegria e orgulho, aquele menininho inteligente, observador, perguntador e muito alegre...
Quando já estávamos acostumados a ser três, chegou a Juliana...
Muito delicada, clarinha, quase cor de rosa...
Um chorinho manso como quem não quer incomodar ou interromper nada...
Era um raiozinho de sol em nossas vidas...
E passamos a ser quatro.
A Jú foi mais livre, fez intercâmbio nos EUA, e enquanto isso, ficamos em três.
Logo depois o Roberto foi para Brasília, por causa do trabalho e ficamos em dois, eu e o Filipe.
Então a Jú, voltou para fazer faculdade de arquitetura e fomos três mais um pouco, depois, morou por um tempo no Rio Grande do Norte.
Éramos dois novamente. O Filipe estudava engenharia e já começava a namorar a Isabella...
Quando a Jú voltou, fomos mais uma vez três, enquanto nos preparávamos para o casamento do Filipe com a Bella.
E aí o Roberto aposentou e voltou para casa e fomos outra vez quatro.
Mas aí o Filipe foi transferido para uma cidade do interior e ficamos em três outra vez.
Quando ele voltou, voltamos a ser quatro e logo depois a Jú resolveu fazer mestrado em Barcelona... Ficamos em três...
E então chegou o dia do casamento, e ficamos só nós dois...
A família aumentou com a Isabella, um amor de norinha, agora eramos cinco, mas em casa ficamos só eu e Roberto.
Mais um tempo e a Jú voltou da Espanha e em casa, éramos novamente três.
Por pouco tempo, mais um ano e ela foi morar com o namorado...
E recebemos o Mika com muita alegria, um genro muito especial...
A família agora se compõe de seis integrantes, e quando juntam todos é uma delícia...
Foram tantas mudanças, tantas danças de vai e vem e a vida seguindo seu curso...No final, tudo volta ao começo, em casa, só nos dois novamente, exatamente como tudo começou.
Seis é só eventualmente, o que é bom, porque temos o que contar e cada um está fazendo a sua história...
Agora, a família vai aumentar novamente, vem chegando um netinho, Isabella e Filipe estão grávidos e em breve seremos sete...
É a vida acontecendo, seguindo seus tramites, seu curso, mostrando a renovação constante, a sequência natural de tudo.
Estamos muito felizes de sermos avós e meu pai que vai ser bisavô esta encantado e emocionado.
É muito linda esta sequência existencial...
E a gente fica olhando para trás e revivendo tudo, do começo até agora.
Quantas coisas aconteceram, quantas idas e vindas, por quantos caminhos andamos, quantas lições tivemos que aprender para chegarmos até aqui...
Primeiro fui filha, depois esposa, mãe, sogra e agora serei avó...
Acho incrível tudo isso, é sinal de que vivi, participei, fiz a minha parte,cresci e multipliquei...
Quantas lágrimas, quantos sorrisos, quantos medos, quantos sustos...
"Se chorei ou se sorri... O importante é que emoções eu vivi..."
Mas, mais uma vez eu posso dizer: "VALEU A PENA!"
E que o Rafael seja muito bem vindo para nos tornar sete, com muita alegria!

Agradecemos a Deus pela linda família e pedimos que continue nos abençoando.
Amém!
E não é que eu consegui fazer um sapatinho (tênis) de crochê para ele!?
Um grande abraço
Vania
No começo éramos eu e o meu marido, Roberto...
Depois chegou o Filipe e já mudou toda a rotina da casa...
Mas nos encheu de alegria e orgulho, aquele menininho inteligente, observador, perguntador e muito alegre...
Quando já estávamos acostumados a ser três, chegou a Juliana...
Muito delicada, clarinha, quase cor de rosa...
Um chorinho manso como quem não quer incomodar ou interromper nada...
Era um raiozinho de sol em nossas vidas...
E passamos a ser quatro.
Cresceram os dois preenchendo e completando nossas vidas. Éramos os quatro muito unidos.
Não foram adolescentes rebeldes, estudaram sem percalços, escolheram suas profissões e seus destinos.A Jú foi mais livre, fez intercâmbio nos EUA, e enquanto isso, ficamos em três.
Logo depois o Roberto foi para Brasília, por causa do trabalho e ficamos em dois, eu e o Filipe.
Então a Jú, voltou para fazer faculdade de arquitetura e fomos três mais um pouco, depois, morou por um tempo no Rio Grande do Norte.
Éramos dois novamente. O Filipe estudava engenharia e já começava a namorar a Isabella...
Quando a Jú voltou, fomos mais uma vez três, enquanto nos preparávamos para o casamento do Filipe com a Bella.
E aí o Roberto aposentou e voltou para casa e fomos outra vez quatro.
Mas aí o Filipe foi transferido para uma cidade do interior e ficamos em três outra vez.
Quando ele voltou, voltamos a ser quatro e logo depois a Jú resolveu fazer mestrado em Barcelona... Ficamos em três...
E então chegou o dia do casamento, e ficamos só nós dois...
A família aumentou com a Isabella, um amor de norinha, agora eramos cinco, mas em casa ficamos só eu e Roberto.
Mais um tempo e a Jú voltou da Espanha e em casa, éramos novamente três.
Por pouco tempo, mais um ano e ela foi morar com o namorado...
E recebemos o Mika com muita alegria, um genro muito especial...
A família agora se compõe de seis integrantes, e quando juntam todos é uma delícia...
Foram tantas mudanças, tantas danças de vai e vem e a vida seguindo seu curso...No final, tudo volta ao começo, em casa, só nos dois novamente, exatamente como tudo começou.
Seis é só eventualmente, o que é bom, porque temos o que contar e cada um está fazendo a sua história...
Agora, a família vai aumentar novamente, vem chegando um netinho, Isabella e Filipe estão grávidos e em breve seremos sete...
É a vida acontecendo, seguindo seus tramites, seu curso, mostrando a renovação constante, a sequência natural de tudo.
Estamos muito felizes de sermos avós e meu pai que vai ser bisavô esta encantado e emocionado.
É muito linda esta sequência existencial...
E a gente fica olhando para trás e revivendo tudo, do começo até agora.
Quantas coisas aconteceram, quantas idas e vindas, por quantos caminhos andamos, quantas lições tivemos que aprender para chegarmos até aqui...
Primeiro fui filha, depois esposa, mãe, sogra e agora serei avó...
Acho incrível tudo isso, é sinal de que vivi, participei, fiz a minha parte,cresci e multipliquei...
Quantas lágrimas, quantos sorrisos, quantos medos, quantos sustos...
"Se chorei ou se sorri... O importante é que emoções eu vivi..."
Mas, mais uma vez eu posso dizer: "VALEU A PENA!"
E que o Rafael seja muito bem vindo para nos tornar sete, com muita alegria!

Agradecemos a Deus pela linda família e pedimos que continue nos abençoando.
Amém!
E não é que eu consegui fazer um sapatinho (tênis) de crochê para ele!?
Um grande abraço
Vania
terça-feira, 19 de março de 2013
Uma estória que ensina
Tem algumas estórias que lemos ou ouvimos, que nos calam fundo ao coração.
Eu sempre gostei de colecionar essas estórias e quando é preciso, lanço mão delas para esclarecer ou ajudar alguém a ver as coisas de uma forma diferente.
hoje me deu vontade de contar uma estória para vocês, espero que seja de bom proveito e toque seus corações.
Um punhado de sal
"O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.
- Ruim. - disse o jovem sem pensar duas vezes.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse junto com ele ao lago.
O jovem então fez como o mestre disse.
Logo após o velho disse:
- Beba um pouco dessa água.
O jovem assim o fez e enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! - o jovem disse sem pestanejar.
- Você sente o gosto do sal? - perguntou o Mestre.
- Não. - disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.
Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta.
É dar mais valor ao que você tem em detrimento ao que ao que você perdeu.
Em outras palavras: É deixar de ser copo, para tornar-se um Lago."
E assim minhas amigas, transformamos tempestades em copo d'água, em tranquilos e serenos lagos...
Muita paz para todos
Com carinho,
Vania
quinta-feira, 14 de março de 2013
ENVELHECER, DO PACHECÃO
Pachecão é professor de Física e Matemática, aqui das Minas gerais, que mudou o conceito de dar aulas com seu jeito despojado e alegre de ser.
Acreditem ele faz com que os alunos adorem Física!
Este texto é muito especial, por isso estou compartilhando com vocês.
Conselho aos da minha geração
Estamos envelhecendo. Não nos preocupemos! De que adianta, é assim mesmo. Isso é um processo natural. É uma lei do Universo conhecida como a 2ª Lei da Termodinâmica ou Lei da Entropia.
Essa lei diz que: A energia de um corpo tende a se degenerar e com isso a desordem do sistema aumenta. Portanto, tudo que foi composto será decomposto, tudo que foi construído será destruído, tudo foi feito para acabar.
Como fazemos parte do universo, essa lei também opera em nós. Com o tempo os membros se enfraquecem, os sentidos se embotam. Sendo assim, relaxe e aproveite.
Parafraseando Freud: “A morte é o alvo de tudo que vive”. Se você deixar o seu carro no alto de uma montanha, daqui a 10 anos ele estará todo carcomido. O mesmo acontece a nós.
O conselho é: Viva. Faça apenas isso. Preocupe-se com um dia de cada vez.
Como disse um dos meus amigos a sua esposa: “me use, estou acabando!”. Hilário, porém realista.

Ficar velho e cheio de rugas é natural. Não queira ser jovem novamente, você já foi.
Pare de evocar lembranças de romances mortos, vai se ferir com a dor que a si próprio inflige. Já viveu essa fase, reconcilie com a sua situação e permita que o passado se torne passado.
Esse é o pré-requisito da felicidade. “O passado é lenha calcinada. O futuro é o tempo que nos resta: finito, porém incerto” como já dizia Cícero.
Abra a mão daquela beleza exuberante, da memória infalível, da ausência da barriguinha, da vasta cabeleira e do alto desempenho pra não se tornar caricatura de si mesmo. Fazendo isso ganhará qualidade de vida. Querer reconquistar esse passado seria um retrocesso e o preço a ser pago será muito elevado. Serão muitas plásticas, muitos riscos e mesmo assim você verá que não ficou como outrora. A flor da idade ficou no pó da estrada. Então, para que se preocupar?! Guarde os bisturis e toca a vida.

Você sabe quem enche os consultórios dos cirurgiões plásticos? Os bonitos. Você nunca me verá por lá. Para o bonito, cada ruga que aparece é uma tragédia, para o feio ela é até bem vinda, quem sabe pode melhorar, ele ainda alimenta uma esperança. Os feios são mais felizes, mais despreocupados com a beleza, na verdade ela nunca lhes fez falta, utilizaram-se de outros atributos e recursos. Inclusive tem uns que melhoram na medida em que envelhecem.
Para que se preocupar com as rugas, você demorou tanto para tê-las! Suas memórias estão salvas nelas. Não seja obcecado pelas aparências, livre-se das coisas superficiais. O negócio é zombar do corpo disforme e dos membros enfraquecidos.

Essa resistência em aceitar as leis da natureza acaba espalhando sofrimento por todos os cantos. Advêm consequências desastrosas quando se busca a mocidade eterna, as infinitas paixões, os prazeres sutis e secretos, as loucas alegrias e os desenfreados prazeres.
Isso se transforma numa dor que você não tem como aliviar e condena a ruína sua própria alma.
Discreto, sem barulho ou alarde, aceite as imposições da natureza e viva a sua fase. Sofrer é tentar resgatar algo que deveria ter vivido e não viveu. Se não viveu na fase devida o melhor a fazer é esquecer. A causa do sofrimento está no apego, está em querer que dure o que não foi feito para durar. É viver uma fase que não é mais sua. Tente controlar essas emoções destrutivas e os impulsos mais sombrios. Isso pode sufocar a vida e esvaziá-la de sentido.
Não dê ouvidos a isso, temos a tentação de enfrentar crises sem o menor fundamento. Sua mente estará sempre em conflito se ela se sentir insegura. A vida é o que importa. Concentre-se nisso. A sabedoria consiste em aceitar nossos limites.
Você não tem de experimentar todas as coisas, passar por todas as estradas e conhecer todas as cidades. Isso é loucura, é exagero. Faça o que pode ser feito com o que está disponível. Quer um conselho? Esqueça. Para o seu bem, esqueça o que passou. Têm tantas coisas interessantes para se viver na fase em que está. Coisas do passado não te pertencem mais.
Se você tem esposa e filhos experimente vivenciar algo que ainda não viveram juntos, faça a festa, celebre a vida, agora você tem mais tempo, aproveite essa disponibilidade e desfrute. Aceitando ou não o processo vai continuar. Assuma viver com dignidade e nobreza a partir de agora. Nada nos pertence.

Tive um aluno com 60 anos de idade que nunca havia saído de Belo Horizonte.
Não posso dizer que pelo fato de conhecer grande parte do Brasil sou mais feliz que ele. Muito pelo contrário, parecia exatamente o oposto. O que importa é o que está dentro de nós, a velha máxima continua atual como nunca: “quem tem muito dentro precisa ter pouco fora”.
Esse é o segredo de uma boa vida.
Pachecão ( Colaboração da amiga, Isaura Motta )
A todas as minhas amigas que estão envelhecendo ou vão envelhecer, um grande abraço
Vania
segunda-feira, 11 de março de 2013
Um susto
Minhas amigas, hoje o papo é tipo alerta e bem sério.
Semana passada me submeti a uma cirurgia, para a retirada da vesícula.
Muita gente já fez esta cirurgia que é bem comum mesmo e dizem que a gente vive muito bem sem este pedacinho de nós que é tirado.
O que acontece é que para este tipo de procedimento se usa anestesia geral, assim como na maioria das cirurgias plásticas. E a anestesia geral requer que se faça a entubação no paciente.
Tive a sorte de ter minha nora, que é médica, acompanhando a cirurgia toda e parece que os médicos tiveram um bom trabalho comigo.
Pela explicação que tive, tenho um problema anatômico no local onde deve descer o tubo de oxigenação, um problema não detectável antes de qualquer procedimento.
O que aconteceu é que o tubo não entrava direto para o pulmão e ia para o estômago.
Houve um troca-troca de médicos em várias tentativas, até que numa quinta ou sexta vez, conseguiram me entubar, quando já estavam a ponto de cancelar a cirurgia.
Segundo minha nora tive a sorte, de estar no hospital, naquele momento, um anestesista mais experiente neste tipo de dificuldade.
Por fim correu tudo bem, fora este perrengue que eles, os médicos, passaram.
Na hora de me dar alta o cirurgião me explicou por alto o problema e me alertou para que eu sempre avise, numa situação cirúrgica, que tenho este problema.
Na verdade ele me aconselhou a fazer uma plaquinha explicativa e andar com com ela.
Não estou aqui querendo alarmar, só alertar.
Muitas vezes por pura vaidade, resolvemos fazer uma cirurgia plástica, na maioria das vezes desnecessária, sem saber dos riscos que corremos.
Somos responsáveis pelas nossas escolhas, os resultados são só nossos, de mais ninguém.
Ser uma "Garota Vintage" tem destas coisas, um probleminha aqui outro ali, uma dorzinha, uma ruguinha, uma barriguinha, uma gordurinha, tudo isso faz parte da nossa história, dos nossos casos e acasos...
Vamos deixar as cirurgias para as necessidades reais, que já são suficientes.
De qualquer forma me resta agradecer a Deus ter sido bem assistida e ter terminado tudo bem.
Vania
sexta-feira, 8 de março de 2013
Dia internacional da "MULHER"
A todas as mulheres o meu respeito, o meu carinho e a minha eterna vontade de que um dia sejamos respeitadas não por nossas bundas, ou nossos peitos...
Não pela doçura de nossos lábios, nem pelo molejo de nossos quadris...
Não pelo brilho de nossos olhos ou o balanço de nossos cabelos...
Não pela pele macia, ou mãos delicadas...
Não pelo sorriso tímido e o olhar inseguro...
Estas são apenas armas que podemos usar em nossas lutas, nossas guerras, nossas batalhas...
Espero que um dia sejamos respeitadas por nossa força, nossa coragem, nossa disponibilidade...
Por nosso poder de amar incondicionalmente, de criar e recriar...
Por termos o poder de gerar e regenerar...
Por conseguirmos tantas vezes perdoar, compreender e aceitar...
Por sermos muitas, mas sermos únicas...
Por nossas infinitas formas de doar, de olhar e acreditar...
Por termos tanta garra, sermos lutadoras, feras defendendo suas crias...
Por sabermos abrir os braços para deixar ir, mas mante-los abertos para deixar voltar...
Por sorrir quando a vontade é chorar...
Por saber a hora de ir e a hora de voltar...
Enfim:
Por sermos simplesmente "MULHER"
Com todo o meu respeito pelo ser humano feminino,
Um grande abraço
Vania
Assinar:
Postagens (Atom)


















