sábado, 11 de outubro de 2014

Doces lembranças





                  

Quem de nós não trás no fundo d'alma uma doce lembrança do passado.
Momentos vividos na adolescência ou na juventude, muitas vezes até na infância...
Vez ou outra volta-nos à mente todo o sonho vivido, dizem que "recordar é viver" e novamente nos vemos naqueles  acontecimentos que nos deixaram marcas profundas no coração.

Mas nossa mente é laboriosa e se olharmos bem, se usarmos de sinceridade com nosso próprio pensamento, vamos ver que estas lembranças agora estão qual velha fotografia...
Umas manchinhas aqui e ali que por vezes enfeitam um vestido ou um cabelo, amarelada, envelhecida encobrindo detalhes de "menos" importância e carcomida pelo tempo, deixando faltar alguns pedacinhos, quem sabe aqueles que gostaríamos que não estivessem ali...

Assim ficamos a vida toda, nos momentos de tristeza ou decepção, voltando a este passado e a cada vez que ali voltamos, mais manchinhas (enfeites) colocamos,  mais amarelecidas as tonamos e um pouco mais carcomidas, vamos escondendo tudo que não queremos lembrar e enfeitando o que gostaríamos que tivesse sido.
                   

                        

No final de nossas vidas, provavelmente este passado tão lembrado, não passara de uma cópia passada pelo Photoshop de nossos desejos e sonhos e talvez nem chegue perto do que realmente foi...

Mas como estas doces lembranças alimentam nosso espírito, nos dão força e coragem para seguir adiante, nos equilibram para que possamos nos manter de pé!

Fico pensando como é fácil fantasiar, criar e modificar uma história que já foi vivida, feliz ou sofrida, deixou marcas profundas e não podem ser totalmente esquecidas. Fazem parte de nossa história, de nossa trajetória, de nosso crescimento, da nossa evolução como ser humano que somos...

E muitas vezes revisitando um sonho, podemos olhar com mais realidade para o momento presente.
Muitas vezes revivendo o que perdemos, valorizamos mais o que agora temos.

Um grande e afetuoso abraço
Vania

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Observe, pense, analise...



Muitas vezes a vida nos parece difícil e pesada demais.Muitas vezes nos sentimos desanimados, cansados sem perspectiva...
E muitas vezes não conseguimos entender mesmo o que esta acontecendo e nem como podemos melhorar esta situação.
Gostei muito deste texto e compartilho com voces> Espero que ajudem a quem estiver precisando...



Uma psicóloga falando sobre gerenciamento do estresse em uma palestra levantou um copo d'água. Todos pensaram que ela perguntaria "Meio cheio ou meio vazio?". Mas com um sorriso no rosto ela perguntou "Quanto pesa este copo de água?" As respostas variaram entre 100 e 350g. Ela respondeu: "O peso absoluto não importa. Depende de quanto tempo você o segura. Se eu segurar por um minuto, não tem problema. Se eu o segurar durante uma hora, ficarei com dor no braço. Se eu segurar por um dia meu braço ficará amortecido e paralisado. Em todos os casos o peso do copo não mudou, mas quanto mais tempo eu o segurava, mais pesado ele ficava". Ela continuou: "O estresse e as preocupações da vida são como aquele copo d'água. Eu penso sobre eles por um tempo e nada acontece. Eu penso sobre eles um pouco mais de tempo e eles começam a machucar. E se eu penso sobre eles durante o dia todo me sinto paralisada, incapaz de fazer qualquer coisa". Então lembre-se de "largar o copo"..




Numa palestra, Meire começou assim:

Segurando um copo de água nas mãos e com um sorriso no rosto ela perguntou
"Quanto pesa este copo de água?" 
As respostas variaram entre 100 e 350g. 

Ela respondeu: "O peso absoluto não importa. Depende de quanto tempo você o segura.

Se eu segurar por um minuto, não tem problema. 
Se eu o segurar durante uma hora, ficarei com dor no braço. 
Se eu segurar por um dia meu braço ficará amortecido e paralisado. 

Em todos os casos o peso do copo não mudou, mas quanto mais tempo eu o segurava, mais pesado ele ficava". 

Ela continuou: "O estresse e as preocupações da vida são como aquele copo d'água. Eu penso sobre eles por um tempo e nada acontece. 
Eu penso sobre eles um pouco mais de tempo e eles começam a machucar. 
E se eu penso sobre eles durante o dia todo me sinto paralisada, incapaz de fazer qualquer coisa". Então lembre-se de "largar o copo"..

Um grande e afetuoso abraço
Vania

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Momento importante


É bom que se pense bem antes de votar.
Mas tem coisas para se pensar sempre, que é o nosso papel para melhorar um país...



                          

Bom voto, decisão consciente e responsável para todos, além é claro do meu abraço afetuoso
Vania

domingo, 28 de setembro de 2014

A bebida esta em primeiro plano


                     


Visitando o blog da Ana Paula ttp://ladodeforadocoracao.blogspot.com.br/, resolvi falar do assunto também, me detendo em um detalhe: As mulheres.

Outro dia ouvi uma frase mais ou menos assim: " No meu tempo as mulheres cozinhavam como as mães e os homens trabalhavam como os pais. Hoje as mulheres bebem como os pais e os homens cozinham como as mães"

É mais ou menos isto mesmo , infelizmente a bebida alcoólica virou indispensável em qualquer encontro, em qualquer reunião.

Não consigo entender só observar...
Será por insegurança, excesso de trabalho, informação, cobrança... ou será simplesmente necessidade de afirmação?
Falta conteúdo nas conversas, as músicas boas acabaram, dançar já não é tão gostoso...
Conversar perdeu o sentido?
Onde estão os bons amigos, o bom e velho papo, o bom conselho, a troca de ideias?

Me lembrei de uma música:

Mudando de Conversa
Doris Monteiro

  • Autor: Mauricio Tapajós , Hermínio Belo de Carvalho


"Mudando de conversa onde foi que ficou 
Aquela velha amizade 
Aquele papo furado todo fim de noite 
Num bar do Leblon 

Meu Deus do céu, que tempo bom! 
Tanto chopp gelado, confissões à bessa 
Meu Deus, quem diria que isso ia se acabar 
E acabava em samba 
Que é a melhor maneira de se conversar 
Mas tudo mudou, eu sinto tanta pena de não ser a mesma 
Perdi a vontade de tomar meu chopp, de escrever meu samba 
Me perdi de mim, não achei mais nada 

O que vou fazer? 
Mas eu queria tanto, precisava mesmo de abraçar você 
De dizer as coisas que se acumularam 
Que estão se perdendo sem explicação 
E sem mais razão e sem mais porque 
Mudando de conversa onde foi que ficou 
Aquela velha amizade 
Aquele papo furado todo fim de noite 
Num bar do Leblon 

Meu Deus do céu, que tempo bom! 
Tanto chopp gelado, confissões à bessa 

Meu Deus, quem diria que isso ia se acabar 
E acabava em samba 
Que é a melhor maneira de se conversar "


Neste tempo as pessoas  conversavam mais, cantavam e se divertiam mais do que bebiam. Hoje as coisas se inverteram...

Infelizmente as coisas estão tomando um rumo muito perigoso, principalmente para as mulheres, veja um artigo da   http://www.istoe.com.br/




1.jpg

Fonte: Ronaldo Laranjeira, professor titular de psiquiatria da Unifesp e diretor do Levantamento Nacional de Álcool e Drogas

No final esta faltando limite, informação, formação, conscientização e bom senso...

Um grande e afetuoso abraço
Vania
ttp://ladodeforadocoracao.blogspot.com.br/

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Histórias que ensinam











O tempo

Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o
amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha.

Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.

Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:
Fujam todos, a ilha vai ser inundada.

Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no
continente.
Só o amor não teve pressa.
Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.

Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com você.
Ao que ela respondeu: Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e não tem lugar para
você.

Passou então a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com você...
Sinto muito, mas você vai sujar meu barco.

Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com você?
Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha.

Passou a alegria, mas se encontrava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.

Então passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:
Sobe, amor, que eu te levo.
O amor ficou tão feliz, que até se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.

Chegando ao morro alto, onde já estavam os outros sentimentos, ele perguntou à sabedoria:
Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?
Ela respondeu: O tempo.

O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?
Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor.

Uma boa reflexão para todos
Vania


terça-feira, 16 de setembro de 2014

Falar ou adoecer?

 


                 
Face book - Melhor com saúde

A escolha é sempre nossa.
Um estudo tirado do livro: "Diga-me onde dói e eu te direi por que"

A garganta é a parte do corpo pela qual passam dois condutores, o esôfago (alimentação) e a traqueia (ar). Também é o lugar onde se situam as cordas vocais, as amígdalas e a glândula tireoide.

Com as cordas vocais, a garganta é o suporte da expressão oral. A  fala - as palavras ou os gritos- depende dela. Logo, ela é afinal a porta, ou melhor, a alfândega que filtra e seleciona as entradas e as saídas.
No que diz respeito a energética, a garganta é a sede do Chácara dito "da garganta". É o centro energético da expressão do eu, da maneira como nós nos posicionamos em relação ao mundo exterior.

Os males de toda esta região da garganta, são aqueles da expressão "O que eu tenho atravessado na garganta", ou da aceitação "O que eu não consigo engolir"
Perda de voz, angina, engolir errado, aerofagia, etc. são sinais da nossa dificuldade para exprimir o que pensamos ou sentimos. Nós preferimos deixar as coisas na "alfândega" , muitas vezes por medo das consequências...
Quantas vezes ouvimos algo que nos agride profundamente no emocional e ficamos calados. "Engolimos o sapo!"

E assim acabamos por gerar uma série de doenças por medo de ferir o outro, ou causar um mal estar entre amigos, de criar uma discussão, ou até de sermos desprezados e na maioria das vezes por medo de que deixem de gostar de nós.

Será que vale a pena silenciar sempre?
Será que não existe uma forma de colocarmos o que sentimos educadamente mas, com verdade e sinceridade?
Eu acredito que ficar doente é mais prejudicial do que desagradar alguém que nos desagradou?

Mas cada um sabe de si, aqui fica só um estudo, um toque, um alerta.

Um estudo tirado do livro: "Diga-me onde dói e eu te direi por que" de Michael Odoul

Um grande e afetuoso abraço
Vania

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Um conselho chinês


Há muitos anos eu li isto num livro e achei divertido.
Hoje eu li isto e achei interessante e verdadeiro, mas continua divertido, rss...
Por isso vou compartilhar com vocês:

                     

"Há apenas duas coisas com q
ue você deve se preocupar.
Se você está bem ou se você está doente.
Se você está bem, não há nada com que se preocupar.
Se você está doente, há duas coisas com que se preocupar.
Se você vai se curar ou se vai morrer.
Se você vai se curar, não há nada com que se preocupar.
Se você vai morrer, há duas coisas com que se preocupar.
Se você vai para o céu ou vai para o inferno.
Se você vai para o céu, não há nada com que se preocupar.
Agora se você for para o inferno, estará tão ocupado cumprimentando
os velhos amigos, que nem terá tempo de se preocupar.
Então, pra que se preocupar ?"

"Não se preocupe com o dia de amanhã, a hoje basta seus próprios males."

Vamos em frente, um passo de cada vez, um dia de cada vez, um problema de cada vez...

Um bom e lindo fim de semana para todos.
Vania