segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Corporativando
Esta semana que passou, duas blogueiras fizeram um post sobre um filme muito interessante.
"Eu maior"
Vale a pena conferir, alem de conhecer os blogs destas duas queridas:
http://ladodeforadocoracao.blogspot.com.br/
http://blogdtina.blogspot.com.br/
A busca do auto-conhecimento, de saber a que viemos, porque e para que, nos leva a muitas reflexões que elas provocam em nós com muita categoria.
Somos parte de um todo e assim sendo é bom que nos coloquemos e nos posicionemos de acordo.
Qual é a nossa parte? Qual o seu pedaço do bolo?
Deixo maiores conclusões para quem se interessar e for lá visitar as meninas
Um grande abraço
Vania
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Vida após nascimento
Muito interessante .......
Gostei muito deste texto. Procurei e não encontrei o nome do autor. Uma pena...
Uma abordagem esclarecedora e linda!
Depois de ler troque a palavra "mamãe" por DEUS e "nascimento" por MORTE
É uma boa maneira de nos fazer raciocinar, refletir e repensar...

O Cético e o Lúcido
No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao outro:
- Você acredita na vida após o nascimento?
- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída - o cordão umbilical é muito curto.
- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.
- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.
- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou sente, como ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso que só então a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela...
PENSEM NISSO..... NÃO É M A R A V I L H O S O ? ? ?
Eu nunca havia pensado dessa maneira. Adorei a forma utilizada para esclarecer uma dúvida que atormenta a maioria da humanidade.
Como achar que não exista vida após o nascimento??? Esta questão é a mesma de não acreditar em vida após a morte!!!
Tudo depende de um ponto de referência. Usar o óbvio para explicar o duvidoso.
Aliás... "O que é vida e o que é morte?
Um grande abraço
Vania
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Deixe ir...

Abra as portas, as janelas, o coração...
Deixe ir, sair, fluir, vir...
Deixa...
Solta...
Espera...
Tudo tem seu tempo.
Não tente ter controle sobre tudo, você nunca terá...
A vida simplesmente acontece no tempo dela.
A flor desabrocha no momento de explosão de luz, aroma e cor.
A borboleta rompe o casulo no momento de maturidade natural, se provocada antes da hora se arrastará para sempre.
A criança só nasce no seu tempo dia e hora, prematura ou de tempo é no seu tempo...
Aguarda, tudo tem seu tempo...
Esperar é confiar, acreditar, ter fé...
Quando a gente não atropela a vida, tudo dá certo, tudo acontece como deve acontecer...
Não se aflija, não tenha pressa, a hora certa vai chegar na hora certa...
É assim que é, por mais que a gente queira apressar as coisas, elas só acontecem quando querem ou quando devem.
Enquanto espera, viva!
Só isso.
Caminhe mas não deixe de apreciar a paisagem...
Não se "pre ocupe" apenas ocupe-se do que esta aqui agora.
Viva seu presente intensamente, cada momento, cada minuto, cada sorriso...
O depois só será bom quando for presente.
Um grande abraço
Vania
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Esta triste hoje?
Hoje andei refletindo sobre a vida e o viver...
A gente esta sempre buscando alguma coisa, reclamando, esmorecendo, se perturbando por pequenos detalhes...
Olhando a natureza, observando os animais as plantas, é possível se aprender muito.
A vida simplesmente acontece independente de qualquer atitude ou pensamento, independente da sua dor, da sua revolta, da sua decepção, da sua tristeza...
A vida continua acontecendo, pulsando, criando, desenvolvendo a trama, produzindo frutos, parindo as crias, alimentando, matando a sede, iluminando e aquecendo...
Não pare, faça como a vida, continue.
Olhe adiante, para frente e para os lados.
Sinta cada perfume, cada aroma.
Olhe os campos, o mar, o céu...
A vida continua...
Está triste hoje? Leia um bom livro...
Os livros tem poderes! Eles nos levam para longe, nos ensinam coisas, nos acalmam, nos acalentam...
Está triste hoje? Ouça uma boa música...
A música nos embala, nos alegra, nos ensina a silenciar e a sentir...
Esta triste hoje? Plante uma flor, uma erva, uma semente...
Tocar a terra trás energia, força, coragem...
Está triste hoje? Não pare, cante uma canção...
Quem canta seus males espanta e ainda enche o ambiente de harmonia e alegria...
Esta triste hoje? Amasse um pão, ou faça um bolo...
Fazer o alimento, alimenta a alma e faz bem ao coração...
Não fique triste, não pare, não chore...
Segue a vida e continue a pulsar junto com ela.
Um grande abraço
Vania
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Wabi-sabi
Um pouco de filosofia para quebrar a rotina.

Vocês já ouviram falar da WABI-SABI?
Wabi-sabi é a visão japonesa que define a beleza encontrada nas coisas imperfeitas e incompletas.
Esta filosofia enxerga a beleza e a elegância que existe em tudo que é tocado pelo carinho do tempo.
É olhar para o mundo com uma certa melancolia de quem sabe que a vida é passageira e, por isso mesmo, bela.
"Wabi-sabi é otimista, vê beleza onde pessoas menos criativas enxergam defeitos"
“Wabi-sabi cultiva tudo que é autêntico ao reconhecer três realidades simples: nada dura, nada é completo: nada é perfeito”, diz uma de suas definições.
Em termos mais coloquiais, wabi-sabi é o pacote completo; admite o defeito; revela a história, o desgaste e o sofrimento.
Quando você pendura uma foto no seu banheiro e o vapor faz suas pontas curvarem, isso é wabi-sabi. Quando a pintura da porta descasca ou uma aranha faz uma teia no canto da sua garagem ou a xícara de chá de sua vó ganha rachaduras que parecem fios de cabelo depois de três gerações de uso, isso é wabi-sabi.
É também maleável. Quando algumas gotas de azeite mancham seu vestido limpinho no almoço, não se trata de um descuido, mas de uma magnífica imperfeição.
Quando um colega de classe pisa sem querer no seu tênis branco reluzente, deixando uma mancha cinzenta, isso é o tempo que se acelera.
E quando um garoto desajeitado arranca um naco de seu novo e adorado skate, e você tem 13 anos e ainda é inocente, isso é uma preparação para você cair no mundo real, em que as coisas inevitavelmente se desintegram.
Leonard Cohen resume bem a ideia: “Existe uma rachadura, uma rachadura em tudo. E é assim que a luz consegue entrar."

Enquanto para a cultura ocidental, uma ruga que denuncia certa idade, para os “wabisabistas” ela é a marca do tempo que deve ser contemplada, apreciada e nunca apagada.
Jamie Brisick, em matéria especial para a revista Trip, afirma que Wabi-Sabi “é ver beleza onde pessoas menos criativas enxergam defeitos”.
Veronique Vienne, em seu livro "A Arte da Imperfeição" nos fala das formas de perceber a beleza que se esconde nas frestas do mundo perfeito que tentamos, sempre em vão, construir para nós.
Passamos muito tempo tentando caber nas molduras que inventamos para nós. isso quando escapamos de tentar vestir à força as expectativas que OUTROS criaram para NÓS.
Precisamos aceitar nossas falhas com a mesma graça e humildade com que aceitamos nossas melhores qualidades.
Comece perdoando a si mesmo.
Interessante não acharam?
Achei que é uma maneira mais saudável de ver e viver a vida.
O que vocês acham?
Um grade abraço
Vania

Vocês já ouviram falar da WABI-SABI?
Wabi-sabi é a visão japonesa que define a beleza encontrada nas coisas imperfeitas e incompletas.
Esta filosofia enxerga a beleza e a elegância que existe em tudo que é tocado pelo carinho do tempo.
É olhar para o mundo com uma certa melancolia de quem sabe que a vida é passageira e, por isso mesmo, bela.
"Wabi-sabi é otimista, vê beleza onde pessoas menos criativas enxergam defeitos"
“Wabi-sabi cultiva tudo que é autêntico ao reconhecer três realidades simples: nada dura, nada é completo: nada é perfeito”, diz uma de suas definições.
Em termos mais coloquiais, wabi-sabi é o pacote completo; admite o defeito; revela a história, o desgaste e o sofrimento.
Quando você pendura uma foto no seu banheiro e o vapor faz suas pontas curvarem, isso é wabi-sabi. Quando a pintura da porta descasca ou uma aranha faz uma teia no canto da sua garagem ou a xícara de chá de sua vó ganha rachaduras que parecem fios de cabelo depois de três gerações de uso, isso é wabi-sabi.
É também maleável. Quando algumas gotas de azeite mancham seu vestido limpinho no almoço, não se trata de um descuido, mas de uma magnífica imperfeição.
Quando um colega de classe pisa sem querer no seu tênis branco reluzente, deixando uma mancha cinzenta, isso é o tempo que se acelera.
E quando um garoto desajeitado arranca um naco de seu novo e adorado skate, e você tem 13 anos e ainda é inocente, isso é uma preparação para você cair no mundo real, em que as coisas inevitavelmente se desintegram.
Leonard Cohen resume bem a ideia: “Existe uma rachadura, uma rachadura em tudo. E é assim que a luz consegue entrar."
Enquanto para a cultura ocidental, uma ruga que denuncia certa idade, para os “wabisabistas” ela é a marca do tempo que deve ser contemplada, apreciada e nunca apagada.
Jamie Brisick, em matéria especial para a revista Trip, afirma que Wabi-Sabi “é ver beleza onde pessoas menos criativas enxergam defeitos”.
Veronique Vienne, em seu livro "A Arte da Imperfeição" nos fala das formas de perceber a beleza que se esconde nas frestas do mundo perfeito que tentamos, sempre em vão, construir para nós.
Passamos muito tempo tentando caber nas molduras que inventamos para nós. isso quando escapamos de tentar vestir à força as expectativas que OUTROS criaram para NÓS.
Precisamos aceitar nossas falhas com a mesma graça e humildade com que aceitamos nossas melhores qualidades.
Comece perdoando a si mesmo.
Interessante não acharam?
Achei que é uma maneira mais saudável de ver e viver a vida.
O que vocês acham?
Um grade abraço
Vania
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Como ser simplesmente feliz
"Todos os sentidos, sem sentido...Sorrir com os olhos, falar pelos cotovelos, meter os pés pelas mãos.
Em mim, a anatomia não faz o menor sentido.
Sou do tipo que lê um toque, que observa com o coração e caminha com os pés da imaginação.
Multiplico meus cinco sentidos por milhares e me proponho a descobrir todos os dias novas formas de sentir. Quero o cheiro da felicidade, o gosto da saudade, o olhar do novo, a voz da razão e o toque da ternura.
Luto contra o óbvio, porque sei que dentro de mim há um infinito de possibilidades e embora sentimentos ruins também transitem por aqui, sei que devo conduzi-los com a força do pensamento até a porta de saída.
Decidi não delegar função para cada coisa que eu quero.
Nem definir o lugar adequado para tudo de bom que eu sinto.
Nossos sentimentos são seres vivos e decidem sem nos consultar.
A prova de que na vida, rótulos são dispensáveis e sentimentos inclassificáveis."
- Fernanda Gaona
Adorei!
Vamos ser o que queremos sem nos preocupar com o que querem que sejamos.
A vida só é complicada porque nos preocupamos demais com o que pensam ou vão pensar, com o julgamento e a definição da sociedade.
Deixe-se ser. Simplesmente isso...
Deixe que os seus cinco sentidos te mostrem o caminho...
Ouça mais o seu coração, ele sabe muito mais do que você...
Fazendo o seu melhor não há erro e se houver, lembre se que o erro é ensinamento.
Aprenda todos os dias, cresça a cada movimento, desenvolva suas melhores habilidades sempre...
Sorria, sorria muito até chorar, são seus melhores momentos de descontração...
Chore o que tiver que chorar, chore tudo de uma vez, é seu melhor momento de limpeza...
Viva sem medo e com muita alegria, faça do seu jeito, vai sempre dar certo se você não se preocupar...
A sua única preocupação deve ser a de ser feliz sem prejudicar ninguém.
Simples assim.
Quando puder ajude, empurre, oriente... Sem se esquecer para trás.
O ano esta chegando ao fim e novamente vem aquela vontade de rever conceitos, rever o que foi feito, o que não aconteceu, o que deu errado, o que faltou...
Todo ano é isso, porque a gente não aprendeu ainda a viver e a ser feliz...
Decida agora, tome uma atitude bem egoísta e pessoal:
-Vou ser feliz e pronto!
Lembre-se, seja você mesma e faça o seu melhor, só isso!
Seja simplesmente feliz!
Um grande abraço
Vania
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Lembranças da infâcia
Histórias da vovó
Quando crianças, meu irmão e eu ficávamos muito na casa de nossa avó paterna.
Ela era cega mas costurava muito. Fazia roupas para as crianças de um orfanato.
Todas as vezes que íamos para lá, ela nos pedia para fazermos seu estoque de agulhas e linhas, enfiávamos linhas compridas em milhões de agulhas, que ela colocava caprichosamente alinhadas em uma almofadinha que ficava dependurada na parede, e enquanto fazíamos nosso "trabalho" ela nos contava histórias, o que adorávamos... Eu particularmente adorava as que falavam das princesas e terminavam com: "E foram felizes para sempre!"

Foi através da minha avó que conheci João e Maria, Os Três Porquinhos, Branca de Neve e os sete anões, Cinderela, A Bela Adormecida, Rapunzel, O sapo e a Princesa, Pinóquio e todas as outras...
São lembranças coladas pra sempre no meu coração e nas minhas lembranças. as longas linhas enfiadas em agulhas espetadas na almofadinha e a voz da minha vó cheia de ternura e fantasia contando belas histórias.
Agora que sou avó, comecei a me lembrar destes momentos e a me preparar para também contar histórias mas, estou bem assustada pois me mandaram um e-mail dizendo que houve uma mudança na personalidade e na vida das princesas e que agora as histórias tem outro final.
Vou mostrar para vocês as novas versões e vão me dizer o que acham:
Os dois menores e MELHORES contos de fadas do mundo !
1.-) Conto de fadas para mulheres do séc. 21
Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:- Você quer casar comigo?Ele respondeu: NÃO!E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos outros rapazes, visitoumuitos lugares, foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e debom humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e ninguémmandava nela.
O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER.
FIM!
(Luís Fernando Veríssimo)

2.-) Conto de fadas para mulheres do séc. 21
Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa independente e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã.
Então, a rã pulou para o seu colo e disse:
-Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má lançou-me um encanto eeu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novonum belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãepoderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas,criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre...
E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava:
-Nem Fu#*&"*!
FIM!

E então amigos o que acham?
Um grande abraço
Vania
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