terça-feira, 6 de agosto de 2013

Reveja sua autoestima






Quem é que não precisa de um empurrãozinho de vez em quando?
Encontrei este trecho num livro e achei muito interessante.
Em algum momento de nossas vidas, ele será de grande valia.


Passos para aumentar a autoestima.

1-) Viva para si mesmo, não para o mundo. As pessoas que não sabem amar a si mesmo buscam constantemente a aprovação alheia e sofrem quando são rejeitadas. 
Para quebrar essa dinâmica, que tal admitir que não podemos satisfazer a todos.

                     

2-) Fuja das comparações. Elas são importante causa da infelicidade.
Muita gente tem qualidades e atributos que você não tem,
mas você também possui virtudes que não estão presentes nos outros.
Pare de olhar para os lados e trabalhe na construção
de seu próprio destino. 


                              
3-) Não busque a perfeição. Nem nos outros nem em si mesmo,
já que a perfeição não existe.
O que existe é uma grande margem para melhorar.






4-) Perdoe seus erros. Especialmente os do passado, pois já não
podem ser contornados nem têm qualquer utilidade.
Aprenda com eles, para não repeti-los.


5-) Pare de se analisar. Em vez de ficar pensando no que deu errado, é muito melhor agir, porque isso permite aperfeiçoar suas qualidades.
Movimentar-se é sinal de vida e de evolução.

                                      


- do livro Nietzsche para Estressados



Um grande abraço
Vania

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Utilidade pública


Como eu gosto de compartilhar tudo que eu acho interessante, ai vai uma dica de importância para todos:


                             


Papel alumínio

O papel alumínio é largamente utilizado na gastronomia, mas na grande maioria das vezes isto acontece de forma incorreta. Vejo pessoas usando-o direto nos mais variados pratos e, também, em seu dia-a-dia.
É que os usuários tendem a colocar o lado brilhante virado para fora, pois deixa o visual do prato mais bonito.
O lado mais brilhante é assim porque recebe um polimento para criar uma barreira ao contato direto do alumínio com o alimento e, por conseguinte a liberação do alumínio para a nossa receita. Tínhamos que chamar o prato assim, por exemplo: “Picanha com alumínio”, pois o alumínio entrará como um algoz invisível na receita.

                            

Esta proteção, o polimento, só não acontece dos dois lados, pois é um processo caro que inviabilizaria a comercialização do mesmo.
O alumínio é altamente tóxico e é comprovadamente o responsável por complicações gerais no funcionamento do nosso organismo e um grande alavancador do Mal de Alzheimer, inclusive fomentando sua aparição precoce.

Como usá-lo?
Além de usá-lo com o lado brilhante voltado para o alimento, deve-se evitar dar mais de uma volta no alimento, pois na segunda volta em diante os líquidos que gravitarem entre as camadas serão poluídos com o alumínio e voltarão impiedosamente para a nossa receita. 
Assim é importante fazer a finalização em forma de trouxa que deve ficar situada na parte superior, para evitar esta comunicação dos caldos do alimento com a parte ruim do papel-alumínio.

                                        


Sobre as panelas de alumínio

Na minha cozinha é expressamente proibida a areação de panelas na parte de dentro, pois quando isto acontece, toda vez que cozinhamos algo estamos também incorporando o temível alumínio à nossa receita.

Quando isto acontece por alguma pessoa desavisada ou quando a panela ou caneca é nova, fervo algumas cascas de ovo na panela cheia de água, para elas liberarem o carbonato de cálcio, que vão impermeabilizar nossa panela, dando a segurança que necessitamos para nós mesmos e para as pessoas que mais amamos; nossa família e nossos amigos.

Ricardo Penna/Penninha, escritor e consultor gastronômico

Um grande abraço
Vania 

terça-feira, 30 de julho de 2013

Senta que lá vem história

Gosto muito desta história. Infelizmente eu a encontrei em vários blogs ou sites e nenhuma tem o nome do autor. É uma pena. Mas vamos aproveitar o conteúdo.

                         

Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.

A época era de escassez. Porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores. Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, dirigiu-se para uma grande fogueira, ainda ardendo em brasa e dela tirou uma enorme tina de comida.

Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando a comida. Enquanto abraçava a tina, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade, era o calor da tina que o estava queimando. Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a tina encostava.

O urso nunca havia experimentado aquela sensação; interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.


Então, começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a tina quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra seu corpo e mais alto rugia.


                         

Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso praticamente sentado, recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida. Ele tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na tina e, seu imenso corpo, mesmo morto ainda mantinha a expressão de estar rugindo.

"Quando terminei de ouvir essa história, percebi que, em nossas vidas, por muitas vezes abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes”.

Algumas delas nos fazem gemer de dor; nos queimando por fora e por dentro, mesmo assim, ainda as julgamos importantes.

Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero. Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.

                          

Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir.

Tenha a coragem e a visão que o urso não teve. Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder.
Solte a tina, solta a tina... Quando soltá-la perceberá que você pode libertar-se, e que com certeza, tudo vai dar certo.

Um grande abraço
Vania

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Dói mas é bom

                                   
Não existe crescimento sem dor
Ninguém aprende a levantar se não cair.

                                      


Quem de nós não tem aquela marquinha no joelho do tombo que levou quando aprendia a andar de bicicleta?
Quem não tem uma marca de corte nas mãos conseguida nas primeiras aventuras na cozinha?
E aquela marca no braço de uma queimadura ao tirar o primeiro bolo do forno?
Sem contar a marca da primeira espinha espremida....

                               

Todas estas marcas nos lembram momentos de aprendizado, de crescimento. Mas são só as primeiras aulas da vida...
Durante toda a nossa caminhada vamos dando topadas aqui e ali, esfolando os joelhos e a alma, quebrando os braços e o coração, batendo a cabeça inúmeras vezes por teimosia ou ignorância...

É assim que crescemos e amadurecemos, ganhamos experiência e vencemos cada dificuldade.

                   

Ninguém nunca desistiu de aprender a andar de bicicleta só porque caiu e machucou trocentas vezes.
Não. Insistimos, persistimos, levantando depois de cada tombo mais fortalecidos em nossa vontade e determinação.
Com um beijinho da mamãe, um soprinho do papai, a dor logo passava e começávamos novamente, cheios de coragem.

E assim crescemos, o beijo da mamãe e o sopro do papai, hoje são o ombro de uma amiga, uma terapia, as lágrimas deixadas no travesseiro e outras formas de acalmar nosso íntimo para continuarmos com mais força.
O importante é que sempre continuamos, mesmo que naquela hora tenhamos dito: "Nunca mais!"

                            

E as marcas que ficam em cada dor que a vida nos dá, são diplomas adquiridos, medalhas recebidas, uma subida no pódio da vida.

Dores e sofrimentos teremos sempre, mas não importa quantas vezes ganhamos um ferimento, nem mesmo se ele é profundo demais ou superficial ou até invisível,  muitas vezes estes são os que doem mais, o que importa é que foram superados, vencidos, sarados, soprados ou beijados.
Mesmo as dores internas, aquelas que ninguém vê, mas que doem e como doem... Tenham certeza que estamos crescendo e aprendendo

Deixaram marcas sim, para que não nos esqueçamos que foi por causa daquela dor que superamos uma dificuldade, demos um novo rumo em nossas vidas, ou aprendemos algo valioso.
Aquela marquinha nos lembra também da nossa força, da nossa capacidade de superar as dificuldades.
                                 
Vamos caminhando e a cada curva do caminho um novo corte, uma nova dor, mais uma cicatriz nos fazendo aprender a amar, aprendendo a a não errar, aprendendo a perdoar, aprendendo a se superar.

Continuo dizendo, viver não é fácil, mas ninguém disse que seria...

Um grande abraço
Vania

terça-feira, 23 de julho de 2013

Em qual lista você está?

Recebi um texto que achei muito interessante e sempre que isto acontece gosto de compartilhar com vocês, divirtam-se:

"UM TEXTO DO PROFESSOR ANTÔNIO MANUEL C. P. FERNANDES"

A NOTA DE R$ 100,00

Um famoso palestrante começou um seminário numa sala com 200 pessoas,
 segurando uma nota de R$ 100,00.

                     


Ele perguntou:
“Quem de vocês quer esta nota de R$ 100,00?”
Todos ergueram a mão...

Então ele disse:
“Darei esta nota a um de vocês esta noite, mas primeiro, deixem-me fazer isto...”
 Então, ele amassou totalmente a nota. E perguntou outra vez: “Quem ainda quer esta nota?”

                        

As mãos continuavam erguidas. 
E continuou: “E se eu fizer isso...” Deixou a nota cair no chão, começou a pisá-la e esfregá-la.
Depois, pegou a nota, agora já imunda e amassada e perguntou: “E agora?” “Quem ainda vai querer esta nota de R$ 100,00?”

                         

 Todas as mãos voltaram a se erguer. O palestrante voltou-se para a platéia e disse que lhes explicaria o seguinte:
 “Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês continuarão a querer esta nota, porque ela não perde o valor.

Esta situação também acontece conosco. 

Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos nos sentindo sem importância. 
Mas não importa, jamais perderemos o nosso valor. 
Sujos ou limpos, amassados ou inteiros, magros ou gordos, altos ou baixos, nada disso importa! 
Nada disso altera a importância que temos. 
O preço de nossas vidas, não é pelo que aparentamos ser, mas pelo que fizemos e sabemos.”

                         

Agora, reflita bem e procure em sua memória:

Nomeie as 5 pessoas mais ricas do mundo.Nomeie as 5 últimas vencedoras do concurso de Miss Universo.Nomeie 10 vencedores do prêmio Nobel.Nomeie os 5 últimos vencedores do prêmio Oscar, como melhores atores ou atrizes.

Como vai? Mal, né? Difícil de lembrar?
Não se preocupe. Ninguém de nós se lembra dos melhores de ontem.


                         

Os aplausos vão-se embora. 
Os troféus ficam cheios de pó.
Os vencedores são esquecidos.

Agora faça o seguinte:

Nomeie 3 professores que te ajudaram na tua verdadeira formação.Nomeie 3 amigos que já te ajudaram nos momentos difíceis.Pense em algumas pessoas que te fizeram sentir alguém especial.Nomeie 5 pessoas com quem transcorres o teu tempo.


                        


Como vai? Melhor, não é verdade?
As pessoas que marcam a nossa vida não são as que têm as melhores credenciais, com mais dinheiro, ou os melhores prêmios.

                        

São aquelas que se preocupam conosco, que cuidam de nós, aquelas que, de algum modo, estão ao nosso lado.


Reflita um momento.E então, em que lista você está?- Não sabe?Eu diria que você não está entre ricos e famosos, mas certamente é importante para alguém. 
Para mim tenho certeza que é.

Um grande abraço
Vânia




sexta-feira, 19 de julho de 2013

Escrever e viver


"Todas as manhãs ela deixa os sonhos na cama, 
acorda e põe sua roupa de viver."
Clarice Lispector


Quem escreve, sabe que não há nada melhor que dormir e sonhar...
Quem escreve, gosta de passar horas lendo um bom livro, se envolver na história e se colocar no lugar do personagem preferido e viajar com ele pelas páginas do livro...

                                   

Quem escreve, sabe como é bom ficar horas ali, transformando pensamentos em letrinhas e depois ficar concertando, corrigindo, mudando....

                          

 Na verdade o mundo de quem escreve é mais delicado, é mais sonho que realidade, é mais imaginação que verdade, é mais calmo e pouco conturbado...

       

Mas quem escreve também tem uma vida real e dele tem que participar com a mesma intensidade que se ausenta. Tem que rir e chorar com o que a vida lhe oferece, tem que driblar dores e desamores, problemas e soluções mal resolvidas.

Por vezes a vida nos parece cruel e feia... Por vezes encontramos um mundo desajustado, conturbado... Seres humanos tão desumanos... Animais racionais tão irracionais...

Pra quem vive no mundo das ilusões, dos sonhos, é muito difícil entender a agressividade, o desamor, o abandono, o egoismo, o jogo de poder...

               

Me lembrei de um poema de Alberto Caeiro, um dos  heteronômios de Fernando Pessoa - "Poema do menino Jesus".
Não sei se vocês conhecem, mas é um diálogo do poeta com o menino Jesus e tem um pedacinho que diz assim:

"Ao anoitecer nós brincamos as cinco pedrinhas nodegrau da porta de casa.
Graves, como convém a um DEUSe a um poeta.
Como se cada pedra fosse todo o Universoe fosse por isso um perigo muito grande deixá-la cairno chão.Depois eu lhe conto histórias das coisas só doshomens.
E Ele sorri, porque tudo é incrível.
Ele ri dos reis e dos que não são reis.
E tem pena de ouvir falar das guerras e dos comércios."

É mais ou menos assim, o poeta fala de si mesmo, não é fácil sair de um mundo onde podemos criar tudo perfeito e ter que viver num mundo onde quase tudo parece imperfeito.

Mas a vida é bonita demais para nos atermos aos "detalhes", vamos apenas viver bem e da melhor maneira que pudermos, fazendo o nosso melhor e escolhendo o que de mais lindo ela nos oferece. 

                                 
Um sorriso aberto, um coração pulsante e uma alma leve! Simplesmente assim...

Um grande abraço e muita alegria em seus corações.
Vania



segunda-feira, 15 de julho de 2013

Venha festejar conosco!


           O blog Garotas Vintage, esta  de cara nova porque esta completando um ano.


Isto já é bem mais do que eu esperava e por isto estou muito feliz.
Estou feliz porque tem dado certo,
Estou feliz porque o blog se tornou parte da minha vida, preencheu um espaço que estava vazio e trouxe muitas coisas inesperadas e boas para ela.
Através do blog conheci muitas pessoas diferentes e especiais como vocês todas que me acompanham, me apoiam e me incentivam...

                              

O blog abriu o meu mundo para as artes em todas as suas nuances, desde o artesanato até a música clássica, da pintura em móveis à pintura em tela, passando pelo tecido e pelas paredes...
Dos bordados às rendas, do papel de presente ao papel dos livros e até ao papel de parede...
Da terapia dos aromas aos perfumes mais sofisticados...

                                          
                                                 
Da organização da casa à organização da vida...
Do caso sério ao mais divertido...
Aprendo a cada dia como viver melhor, como cultivar amigos, amansar maridos e mimar filhos...
Mas o mais importante é que aprendi a olhar para mim mesma, a me reconhecer como pessoa capaz, criativa, humana, mãe, amiga,  menina - mulher, mulher - menina, adulta, Garota Vintage!

                     

O blog, despertou em mim a curiosidade e o desejo de compartilhar todas as coisas boas e ruins e o mais incrível é que sempre existe alguém do outro lado para rir, ou chorar comigo. E sempre existe também alguém para me fazer rir, chorar ou me emocionar.

O blog é hoje um compromisso com pessoas que só conheço o nome, mas sei que tem uma afinidade comigo, que me admira, me elogia ou me critica, e no final me chama de amiga.
Fiz amigas pelo país inteiro e até fora dele...
                     
                         

Por isso quero parabenizar a todas as Garotas Vintages que me acompanham, convidá-las a dividir este bolo comigo e desejar muitos anos de vida a nossa parceria e um lindo futuro para este blog do meu coração.

Soneto de Fidelidade - Vinícios de Moraes

De tudo ao meu amor serei atento

Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento 

E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure

Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

                        
Um enorme e bem apertado abraço
Vania